
Todos sabem a história de Jesus, que foi crucificado junto de outros dois malfeitores, um que escarnecia Dele, outro que se arrependeu as portas da morte. Sem se prolongar numa história que já foi lida, já foi produzida pro cinema diversas vezes, vou me aprofundar em lições que foram aprendidas com esse momento, relatados à partir de Lucas 23.
1)NÃO SE APRENDE NADA
Fazendo uma análise nos evangelhos, esse malfeitor, ladrão, era de Israel, pois ele conhecia sobre o Messias, visto que ele foi repreendido pelo outro -"Não temes a Deus"? verso 40. Ele ouvira falar sobre Jesus, mas não acompanhou Jesus.
Trazendo pra nossos dias, é o religioso que quer muita unção, muito poder e nenhum conhecimento das escrituras, essa que é a verdadeira base da nossa fé.
É aquele que vê o diferente e já o lança no inferno. Quantas comunidades de crente em redes sociais, só porque alguém pensa diferente, defendem um falso conhecimento de escrituras, pois essa, sem o Amor de Deus, se torna um legalismo para jogar as pessoas no inferno...
Esse crente é o famoso "imitação barata"!!!!
2) SE APRENDE COM A CRUZ DE CRISTO, QUE É O NOSSO REFERENCIAL EM TODOS OS MOMENTOS, ATÉ NOS FINAIS
Com o Cristo, se aprende a compartilhar a cruz, visto que se permitiu que Simão, o cirineu, carregou a cruz (verso 26). Não vão pelo evangelho segundo Mel Gibson, pois assim como ele especulou o protesto de Simão, eu especulo, pela fé que Jesus se permite a carregar a cruz dele. É a pregação do evangelho.
No caminho da cruz, Jesus consolou as mulheres que choravam, ao falar - chore pelos seus filhos (versos 28 e 29). Jerusalém foi destruída pelo general Vespasiano, terminado por Tito. Esse caminho da cruz nos ensina a consolar os que choram.
3) APRENDEMOS COMO SE COMPORTAR PELA CRUZ
A cruz, ao qual o malfeitor que repreendeu o outro, gerou arrependimento - Não temes a Deus, nós merecemos isso, mas não esse justo! - versos 40 - 41
A cruz desse gerou salvação - versos 42-43 - Jesus prometeu a salvação ao malfeitor arrependido.
É necessário, que para não pequemos, sejamos como esse malfeitor arrependido - ficar preso, crucificado na cruz.
CONCLUSÃO
O religioso se preocupa muito mais em deixar de fazer em prol de uma "sã doutrina", do que fazer algo que edifique ao seu próximo.
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